Nossa vida é uma linha de produção. Você acorda, escova os dentes, se troca,vira uma xícara de café e vai à labuta. Todo fim de mês a felicidade, ou triteza, é o holerite, e só. Aí é mais um mês que vem, passa, e outro holerite impresso. Semestre, ano, década, século, milênio... Diplomas, recibos, contas, propagandas, Certidões de todo tipo e nem uma carta endereçada a você.
Não é triste resumir nossas vidas a simples montes de papel?
terça-feira, 7 de junho de 2011
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