Gostar do simples, do puro, do ingênuo, do novo, dos detalhes... é disso que eu gosto, do livre de interesses, da doação humana, da troca sem espera de qualquer retorno.
Quando ando pelas ruas procuro na multidão alguém que tenha uma esssência parecida com a minha, quando encontro, sorrio, e penso que não sou a única.
Mas a decepção faz parte da vida de todos, ao menos em algum momento dela, e fico triste quando vejo brigas desnecessárias, falta de respeito com as pessoas, animais, lugares... enfim, a falta de consideração e respeito que o ser humano tem com o planeta e para com os que nele vivem.
Cada vez mais a valorização de um indivíduo gira em torno de fama, corpo, status quo, ter contatos... Basta ligar a TV ou prestar atenção em alguma conversa alheia... a alienação é o que se encontra. O conteúdo não é valorizado, afinal, pra que conteúdo? Se o que a sociedade pede é uma pessoa vazia que só saiba seguir o que lhe impõem? Pois é, livro, só se for algum best seller da moda, filme tem que ser fácil de entender e jornal serve pra... pra que mesmo?
A frieza passa a tomar conta de tudo, todos somos números; Ao invés de suar pra conseguir reconhecimento, a trapaça é a melhor estratégia.
Para que tanta inveja? Para que tanta raiva? Para que ? Para que? Para que tanta sujeira?
Pra que tudo isso?
Isso pode soar falso moralismo, cliché... mas é um desabafo.. e só...
O meu maior problema é querer consertar o mundo.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Cupcakes de limão siciliano
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Polka dots, tights de lacinho e oxford.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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